quinta-feira, 27 de setembro de 2007

MAC - Movimento dos Atingidos pela COPASA


Barbacena está acordando, um movimento popular contra a vinda da COPASA é um começo. Agora é necessário que cada um que é contra a vinda da COPASA se una ao movimento.

domingo, 23 de setembro de 2007

demaexcopasa.blogspot.com

SAAE x COPASA - Nossa história em Sete Lagoas

Sete Lagoas tem o mesmo problema de Barbacena. Querem entregar o SAAE (o DEMAE deles) para a COPASA, e para isso estão usando as mesmas estratégias do Prefeito Martim Andrada. Deixaram sucatear o SAAE para a população achar que não tem mais jeito, que a COPASA é o caminho.

AINDA SAAE – COPASA Imprimir E-mail
12 de março de 2007

No momento em que a incorporação do nosso SAAE pela COPASA parece ser irreversível, pretendo aqui, mais do que dar a minha opinião, apresentar comparações que mostram a viabilidade do SAAE e apresentar alternativas para sua sobrevivência.

Quero aqui em nossa Sete Lagoas, a competência indiscutível técnica, operacional e administrativa da COPASA. Mas a quero no nosso SAAE.

Primeiramente questiono e condeno mais uma vez a forma com que o negócio vem sendo feito. Não se dá, como foi feito aqui, ao pretenso comprador a prerrogativa exclusiva de apresentar diagnostico e avaliação sobre aquilo que se está vendendo. A contratação por parte da Prefeitura de auditoria externa e independente daria melhor avaliação e conseqüentemente melhor valor ao SAAE.

Segundo, o SAAE é viável, apesar do sucateamento que sofreu nos últimos anos. Se não o fosse, a própria COPASA não estaria interessada nele. Ela, a COPASA, é empresa de economia mista e deve satisfação e resultados a seus acionistas, não vai entrar em qualquer negócio para perder dinheiro. Para efeito de comparação, O DMAE de Poços de Caldas, lucrou R$ 1.580.000,00 em 2006, com um faturamento de R$ 23.746.000,00, faturamento este próximo ao do nosso SAAE. Investiu mais de 4 milhões de reais em 2006 e tem programado investimento próximo a 12 milhões agora em 2007. O valor das tarifas é bastante próximo. As redes existentes também se equiparam. Nossos volumes produzidos são superiores. O que diferencia é a capacitação técnica\administrativa e os resultados. Lá, 15% de todo o esgoto já é tratado.

E o nosso SAAE, como está? O que fazer?

Sofremos perdas físicas de 35% do volume produzido, índice altíssimo. As perdas de faturamento chegam a 47%, quase a metade do produzido. Numero absurdo. A grande maioria dos nossos 113 poços artesianos e 28 estações elevatórias não é automatizada. Isto gera custos. Nossa capacidade de reservatórios, mais de 9000m3, é insuficiente. Teria que ser pelo menos cinco vezes maior. Isto faz com que os poços tenham que bombear durante todo o dia, não permitindo que usemos a tarifa verde da CEMIG, economizando assim vultosos recursos. O pior é que lançam a água bombeada diretamente nas redes, causando excessivos gastos em manutenção e substituição, além dos transtornos a população. Isto tem que ser corrigido. Os resultados compensam. Medidas simples e baratas (R$ 400.000,00) como a aquisição e colocação de 10.000 hidrômetros necessários, aumentarão o faturamento, diminuirão as perdas físicas, provocarão resultados. Promover a melhoria técnica e operacional do SAAE é também imprescindível. Melhorar a qualificação do pessoal, investir em maquinário e informática. Dotá-lo de corpo técnico e administrativo moderno e eficiente.

Somente as medidas acima elevarão nosso faturamento de 1,8 milhões \ mês, para 2,5 milhões. O aumento dos resultados é significativamente maior. Iremos para um faturamento de 30 milhões \ ano. 25% superior ao de Poços de Caldas, só para lembrar. Se com estas medidas ainda aplicarmos aqui as tarifas da COPASA, poderemos chegar a 4 milhões mês.

E de onde virá o dinheiro para tudo isto já que não existe vontade e capacidade política para tanto?

Proponho a transformação do SAAE em empresa de economia mista, como a própria COPASA. Se hoje estamos vendendo 100% da concessão, alcançaremos valor ainda maior vendendo até 49% do patrimônio. Parte substancial destes recursos, serão retornados a companhia recém criada para sua capitalização. Os novos sócios também a capitalizarão na mesma proporção. Teremos assim recursos mais do que suficientes, para transformar o nosso SAAE em empresa modelo, assim como é a COPASA. Sua capacidade de endividamento e investimento aumentará. A diferença é que a decisão e a maioria dos resultados financeiros ficarão na cidade. Os novos sócios podem e devem ser a COPASA. Como disse no começo, quero sua competência técnica, operacional e administrativa. Terá ela o direito de participar da indicação da diretoria e do conselho. Terá também voz nas decisões. Nos trará seu know-how. Como empresa, o SAAE ficará livre de interferências politiqueiras, se limitando à sua vocação de prestador de serviços públicos.

Se tal proposição não for aceita, ainda fica como alternativa a criação aqui de uma subsidiaria da COPASA, ao invés da incorporação. À Prefeitura caberia ao invés de receber pela venda da concessão, participação acionaria na subsidiária, mantendo assim parte do poder decisório em Sete Lagoas, e auferindo ainda que em menor proporção, dos resultados alcançados.

Se tudo o proposto não for aceito, ficam ainda questionamentos importantes: Qual o prazo da concessão? Quanto se pagará por ela? Os investimentos realizados pela COPASA durante sua concessão se incorporarão diretamente ao patrimônio da cidade ou terão que ser indenizados ao final da concessão? E os funcionários? Seus salários? Sua previdência?

Como se vê, manter aqui nossa responsabilidade e gerência sobre nossos recursos hídricos é possível. É viável. É para nos setelagoanos vantajoso.

* Ex-Presidente do Conselho Municipal de Água e Esgoto.

Setelagoanos não aprovam vinda da Copasa

03 de maio de 2007

Até o momento os internautas que participaram da enquete no PortalSeteLagoas.net, demonstram insatisfação sobre a instalação da Copasa em Sete Lagoas. Um total de 51% dos votos aponta a preferência pela não instalação e em segundo lugar 46,2% aprovam a instalação. A minoria 2,9% dos votantes não têm opinião formada. Se você ainda não votou, registre seu voto.
Fonte: http://www.portalsetelagoas.net

Será que era esse o medo do Prefeito Martim Andrada? Por isso não deixou ser feita a consulta popular? O Prefeito sabe que o povo não quer a COPASA mas como ele tem seus "acordos" com governo do estado precisa trazer a COPASA a todo custo. Mas o prefeito não está nem aí, ele não vai ser atingido, acabando o mandato dele ele volta pra BH (graças a Deus) e Barbacena que se dane. Ele nunca morou aqui, nem quando era vereador e nem agora como Prefeito. Quem já viu o prefeito na rua sem ser em inauguração ou outras solenidades? Ele só conhece em Barbacena o caminho da BR040 até o seu gabinete. Um prefeito desses tem condição de saber se a COPASA é boa?

Copasa prepara expansão fora de MG

Copasa prepara expansão fora de MG

A Companhia de Saneamento Básico de Minas Gerais (Copasa) quer seguir o exemplo da Cemig e expandir sua atuação para fora do Estado. A intenção é participar de licitações na área de saneamento em municípios com mais de 15 mil habitantes, mas o principal alvo é a aquisição de outras estatais do setor. "Das 27 estatais de saneamento, só seis dão lucro e muitas deverão ser privatizadas no próximo governo", acredita o presidente da empresa, Márcio Nunes.

A companhia também vai entrar no segmento de água mineral com as marcas Caxambu, Cambuquira e Araxá, de fontes em estâncias hidrominerais mineiras.
Fonte: http://www.circuitodasaguas.org

Obviamente a COPASA quer expandir seus "domínios", se romper a barreira do estado de Minas, a COPASA vai ter um país inteiro de possibilidade de expansão e com isso uma visibilidade no exterior muito maior, o que atrai mais investidores, que vão exigir mais lucro o que vai refletir num serviço mais caro para gerar mais lucros e o ciclo se fecha e recomeça com mais expansão. A COPASA mostra que não quer saber de resolver os problemas de saneamento das cidades, mas sim dominar territórios para arrecadar mais dinheiro para seus acionistas. Iludi-se quem pensa que a COPASA é solução para os problemas de uma cidade, ela só resolve o problema dos seus investidores que é lucrar, lucrar e lucrar.

Blog Fora Aécio

Navegando pelo blogger descobri um blog muito interessante que procura denunciar os desmandos do governo Aécio. Melhor ainda, achei uma matéria sobre a criação da COPASINHA, que é a mesma que quer atuar em Barbacena.
Água também é mercadoria no governo Aécio

Depois de colocado em votação em caráter de urgência, foi aprovado no dia 13 de março de 2007, o Projeto de Lei 3.374/06, de autoria do próprio governador, que autoriza a criação de subsidiárias da Companhia de Abastecimento de Minas Gerais (Copasa). Das três subsidiárias previstas – exploração das estâncias hidrominerais, irrigação do Projeto Jaíba, e saneamento dos Vales do Mucuri, Jequitinhonha e São Mateus, e Norte de Minas – a terceira foi a que gerou mais críticas por parte dos sindicatos e deputados da oposição, pois cria uma "copasinha" para atender municípios pobres, eliminando a parte deficitária da receita da companhia, o que atrai mais investimentos.

Para as populações do Norte de Minas e do Vale do Jequitinhonha, a previsão é de um serviço de pior qualidade e tarifas mais altas, já que a subsidiária terá que se manter sozinha, sem o sistema de subsídio cruzado, que permite que algumas cidades que geram renda equilibrem as contas daquelas que dão prejuízo. Em fevereiro de 2006, a Copasa colocou à venda 30% de suas ações ordinárias. Dessas ações, 73% foram adquiridas por empresas estrangeiras, iniciando um processo de privatização da companhia.
Outro texto interessante, retirado do novojornal e também publicado no blog fora Aécio
Aécio Neves entrega Copasa às multinacionais espanholas OHL, Agbar e Capital Group, para montar campanha à Presidência

A Capital Group International Inc. já detinha 5% das ações da Copasa, isto antes da abertura de seu capital para suas ações serem negociadas na bolsa de valores. Agora, além da Andrade Gutierrez Participações Ltda e da Capital Group International Inc, a OHL e a Águas de Barcelona (Agbar), ambas espanholas, adquiriram a maioria das ações ofertadas na bolsa pela Copasa.

Anteriormente, a Agbar já havia adquirido a Companhia Municipal de Águas da cidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, com total apoio de Itamar Franco, o mesmo que quando governador de Minas simulou uma briga com o Banco Opportunity, alegando que estava defendendo interesses da Cemig e do Estado. Na verdade, o ex-presidente e ex-governador apenas fazia birra, pois sabia que o banco fazia parte da estrutura de poder mundial que FHC representava.

O atual governador mineiro Aécio Neves, por capricho e por um projeto político pessoal, entrega o pouco que sobrou do patrimônio do povo mineiro, diante do silêncio do Ministério Público Estadual, do Judiciário, da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e do Tribunal de Contas do Estado. Na verdade, em Minas Gerais, atualmente não existe oposição, pois Aécio silenciou a todos.

Para conseguir o apoio da grande mídia nacional, Aécio entrega a Copasa, que doravante passará a ser do mesmo grupo econômico da Editora Abril, jornal Folha de S.Paulo e Rede Globo; isto para citar apenas as empresas mais importantes do grupo.

Agora, com a divisão da Copasa e criação de suas subsidiárias, em uma operação através da Andrade Gutierrez Participações Ltda, dona da Telemar, a empresa irá associar-se ao também grupo espanhol Telefônica, no qual já está presente seu representante Alexandre Accioly, criando um grupo de comunicação com jornal, rádio e TV convencional e a cabo.

Assim como a Cia Energética de São Paulo (Cesp) foi entregue para financiar as pretensões políticas de Geraldo Alckmin, a Copasa está sendo entregue para montar uma fonte de poder e de receita capaz de financiar as pretensões políticas do governador mineiro.

Porém, os planos do governador Aécio vão além: ele vendeu a Copasa para comprar a empresa fluminense de energia elétrica: a Light.

Assusta o fato de a Copasa ter sido vendida para se investir na compra de uma empresa do Rio de Janeiro e não nos sistemas de saneamento de municípios mineiros deficitários.

Não existe qualquer novidade ou coincidência na relação do governador Aécio Neves com as empresas espanholas OHL e Agbar. Como dito anteriormente, seu amigo de eventos sociais Alexandre Accioly o representa junto ao grupo.

Recentemente, este novo mega-empresário fechou a ilha fiscal na Baía da Guanabara para dar sua festa de aniversário, transformando-a até mesmo cenograficamente. Na época do império português festa igual fez a corte cair. Agora, nada acontece.

O terceiro maior consumidor de energia da Light no Rio de Janeiro é o Projac, cidade cenográfica da Rede Globo de Televisão. A empresa vem pagando a conta de energia por permuta em comerciais.

Não é à toa que recentemente a emissora, em seus diversos jornais, divulgou que as contas de campanha de diversos governadores eleitos tinham sido rejeitadas, inclusive as do presidente Lula. A respeito de Aécio, que também tivera suas contas rejeitadas, nada foi dito. Apenas dois dias após uma enorme revolta do jornalismo da emissora, o fato foi "levemente" divulgado.

A prática do governador de Minas, Aécio Neves, coloca em risco a própria democracia.

O Ministério Público Federal já deveria estar agindo por ser a Light uma concessão federal, mas, até agora, nada.

A venda das ações da Copasa representou uma operação de R$ 800 milhões, valor que se aplicado em saneamento básico nas concessões dos municípios mineiros pobres acabaria com o déficit da área. A importância também acabaria com o déficit habitacional do estado e é maior do que é gasto em dois anos para manter o Poder Legislativo. O valor, que daria para pagar toda a folha dos funcionários públicos estaduais por quase um ano, foi utilizado de forma irresponsável para especulação financeira na bolsa de valores fora de Minas Gerais e para enriquecer, com comissões bancárias, três tradicionais famílias perdulárias que cercam o governador.

Ninho tucano

Não é de hoje que a Editora Abril tem relações estreitas com o PSDB e com o governador mineiro. Emílio Carazzai, que hoje exerce a função de vice-presidente de Finanças do Grupo Abril, foi presidente da Caixa Econômica Federal na gestão de FHC, após Danilo de Castro. Outra tucana influente é a atual vice-presidente da Fundação Victor Civita, Claudia Costin.

Ressalta, em pronunciamento na Câmara Federal, o deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR): "Afora os possíveis apoios de bastidores, a Editora Abril doou, nas eleições de 2002, R$ 50,7 mil a dois candidatos do PSDB. O deputado federal Alberto Goldman, hoje um vestal da ética, recebeu R$ 34,9 mil da influente família; já o deputado Aloysio Nunes, ex-ministro de FHC e atual secretário do prefeito José Serra, foi agraciado com R$ 15,8 mil. A Editora Abril também depositou R$ 303 mil na conta da DNA Propaganda, empresa de Marcos Valério que inaugurou um ilícito esquema de financiamento de campanha eleitoral para Eduardo Azeredo, ex-presidente do PSDB, que depois foi utilizado pelo ex-tesoureiro do PT", denuncia ainda o deputado Dr. Rosinha (PT-PR), lembrando que Alberto Goldman foi relator, no governo FHC, da Lei Geral de Telecomunicações, que permitiu investimentos externos na mídia. "A Abril possuía uma dívida líquida, em 2002, de R$ 699 milhões. Em julho de 2004, fundos de investimento da Capital International Inc se associaram ao Grupo Abril, beneficiando-se da lei relatada por Goldman", disse.

A Capital International, o terceiro maior gestor de fundos de investimento do mundo, tem dois representantes no Conselho de Administração do Grupo Abril – Willian Parker e Guilherme Lins, que operavam no escritório da Capital Group em Gênova. Em julho de 2004, esta agência de especulação financeira adquiriu 13,8% das ações da Abril, numa operação viabilizada pela emenda constitucional já citada, sancionada por FHC em 2002, que resultou na injeção de R$ 150 milhões na empresa. Com tamanho poder, a ingerência externa na linha editorial é inevitável.

A Editora Abril também tem vínculos com a Cisneros Group, holding controlada por Gustavo Cisneros, um dos principais mentores do frustrado golpe midiático contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002. O inimigo declarado do líder venezuelano é proprietário de um império que congrega 75 empresas no setor da mídia, espalhadas pela América do Sul, Estados Unidos, Canadá, Espanha e Portugal.

Segundo Gustavo Barreto, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as primeiras parcerias da Abril com a Cisneros datam de 1995 em torno das transmissões via satélites. O grupo também é sócio da DirecTV, que já teve presença acionária da Abril. Desde 2000, os dois grupos se tornaram sócios na empresa resultante da fusão entre AOL e a Time Warner.

Ainda segundo Gustavo Barreto, "a Editora Abril possui relações com instituições financeiras como o Banco Safra e a norte-americana JP Morgan", a mesma que calcula o chamado 'risco-país', índice que designa o risco que os investidores correm quando investem no Brasil.

Editora Abril, grupo Folha e Rede Globo estão juntas neste projeto que agora caminha para outros meios de comunicação, segundo Luís Frias, presidente do grupo UOL Internacional, uma unidade de negócios do UOL Inc., holding de internet cujos acionistas são IHK (sociedade do Grupo Folha e Abril Editora) com 87,5% e um grupo de investidores privados com 12,5% de participação. Esse grupo é composto por Morgan Stanley Dean Witter Private Equity, Blackstone Capital Partners III, Providence Equity Partners Inc., Credit Suisse First Boston Garantia, Deutsche Bank Capital Partners Latin America, Hambrecht & Quist, Latinvest Asset Management e Reuters Group PLC.

Como demonstrado, Aécio está financiando suas pretensões políticas pessoais com o patrimônio público mineiro. Aécio representa hoje um perigo permanente para o patrimônio público de Minas, pois, não tendo oposição, segue apenas sua vaidade pessoal e a um grupo formado por "empresários".

No setor elétrico, está inclusive vendendo potencial energético da Cemig para a CSN no estado do Rio de Janeiro, em claro prejuízo para as empresas mineiras e ao erário público que deixa de arrecadar impostos que são arrecadados pelo estado vizinho. Tudo para agradar o governador eleito do Rio de Janeiro.

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) já não mais investe em Minas, pelo menos o que aqui arrecada, sob a cumplicidade e silêncio do governador Aécio Neves, que destacou um de seus últimos dirigentes para fiscalizá-la na secretaria da Fazenda. Dentre os projetos anunciados pelo governador Aécio está a construção de um porto no estado do Rio de Janeiro, onde inclusive já comprou a Cia. de Energia Light.
Fonte: foraaecio.blogspot.com

COPASA é porta para desvios em Prefeituras

Em um ano, Copasa legitimou por convênio fraude equivalente a 50% de sua movimentação financeira; governo de MG nada fez

Diante da premiada impunidade, vem de forma exponencial aumentando nas empresas do governo de Minas iniciativas que possibilitam e facilitam a prática de fraude em licitações.

Exemplo desta promíscua prática é a utilização permanente pela Copasa de um modelo para contratação e execução de obras que deveria ser utilizado de maneira excepcional e raro, denominado “convênio”, no qual a Copasa delega aos municípios onde opera os sistemas de água ou esgoto, a realização de licitações e execução das obras que ela teria que realizar. Tudo em contra-mão à lógica da existência da própria empresa, pois o principal motivo alegado para a entrega dos sistemas de água e esgoto à Copasa pelos diversos municípios mineiros é a inexistência de condições operacionais das prefeituras.

De posse dos “convênios”, os prefeitos dão início as mais variadas e corruptas práticas possíveis, não sendo raro que empreiteiras com “prestígio” junto ao governo, a exemplo da Global Engenharia, cheguem nos municípios com os convênios já assinados pela diretoria da Copasa, negociando com os prefeitos apenas a comissão a ser paga.

Fonte: Novojornal - (clique aqui e leia a matéria completa no site do novojornal)

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Barbacena já bebe água da COPASA! (Que busca nos poços do DEMASA)


Publicado no Jornal Correio da Serra - Barbacena bebe água da COPASA

Funcionário da COPASA abastece reservatório. (De onde vem essa água?)


Caminhão da COPASA sendo abastecido de água na Bomba 04 na rua Francisco Vale
Funcionários da COPASA abastecendo o Caminhão
Mangueira jogada na entrada da Casa de Bomba 04 logo após ter sido usada para abastecer caminhões.


É muito fácil para a COPASA dizer que está trazendo água de qualidade para Barbacena quando a água já está aqui. O problema que além das bombas a COPASA está abastecendo também no RIO DAS MORTES, pegando água bruta, sem tratamento e distribuindo para a população. O DEMASA fornece água tratada, dentro dos padrões de saúde, a COPASA se diz a melhor água de MINAS quer dar água de rio para o povo de BARBACENA. É isso que a COPASA acha que o povo de Barbacena merece? É por isso que o Governo Municipal passa por cima de tudo e de todos? Para dar água de rio para o povo, sem tratamento?.

OBS.: A COPASA começa a distribuir água antes da assinatura do convênio e com um processo correndo na justiça. O Governo Municipal e a COPASA vão respeitar a justiça quando? Quando o poder judiciário vai fazer valer sua autoridade?

Audiência Pública - Assembléia em Barbacena


A audiência infelizmente não foi mostrada na íntegra, pois a população (a população mesmo, não o "bando" que o governo municipal pagou para ir à audiência e que nem sabia o que foi fazer lá) precisava ver que o governo não tem argumentos para a vinda da COPASA, que o relatório do Ministério das Cidades aponta que o DEMASA têm condições de investir o dobro do que a COPASA vai investir em um ano. Que há um superávit de cerca de R$ 400.000,00 por mês.
O Governo só insiste que a população quer água, mas se há algum lugar da cidade sem água é por culpa e incompetência do próprio governo municipal, que não investe no DEMASA e ainda SABOTA o abastecimento da cidade FECHANDO os registros para os bairros.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Manifestação contra o Prefeito Martim Andrada marca as comemorações do aniversário de Barbacena



Veja acima o vídeo completo da manifestação ou abaixo dividido em partes.

Acorda Barbacena

Chora Barbacena

Palhaço VOTA na próxima eleição

As merecidas vaias ao Sr. José Carlos de Menezes Pinheiro pelo "reconhecimento" do trabalho prestado a cidade por ele através do cargo de Diretor do DEMASA, que ele ocupa desde 2005.

para ver o restante dos videos acesse nossa página especial no youtube: www.youtube.com/demaexcopasa

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

E a falta d'água continua

Problema da falta d’água continua na cidade

DA REDAÇÃO
Editoria Cidade - 13/08 - 07h30

Há cerca de 4 meses, moradores da rua Nossa Senhora do Carmo, no Distrito de Pinheiro Grosso, reclamaram sobre a constante falta d’água no local, apesar de estarem em dia com o pagamento das contas. Depois das reivindicações, a direção do Demasa, segundo eles, esteve no local, prometendo resolver o problema. Mas, passados 120 dias de espera, somente um caminhão-pipa foi enviado algumas vezes para fazer o abastecimento das caixas.

A falta d’água continua. Os moradores precisam trabalhar para garantir o sustento de suas famílias e não podem ficar por conta de buscar água o dia todo em bicas, poços e lagoas, alegam. Sem falar no risco de contraírem uma doença por beberem água sem qualidade.

Falta água também no bairro Santa Cecília – Outro problema de falta d’água ocorre também Rua Neator de Oliveira, no bairro Santa Cecília. Os moradores reclamam que o abastecimento de água é muito pouco durante a madrugada, e que a água é desligada rapidamente no local onde é feito esse abastecimento. Então, o tempo que fica de abastecimento não atende a demanda dos moradores daquela rua. Eles pedem providências e ainda criticam o atendimento via telefone do Demasa, dizendo que “estão sendo mal atendidos pelas pessoas que recebem as ligações”.

fonte:www.barbacenaonline.com.br

O desatendimento do DEMASA já começou, tudo para que a população acredite realmente que a COPASA é a solução. De Pinheiro Grosso ao Santa Cecília o abastecimento está sendo sabotado em todos os lugares. Água não falta, falta capacidade de administração, falta o sr. José Carlos Menezes comprar material para os funcionários trabalharem, ao invés de acusá-los de incompetentes assumir sua própria incompetência. O mal funcionamento de um lugar é um reflexo de quem o administra, no caso o Prefeito e o Diretor.

O DEMASA tem solução, tem competência, precisa é de um Prefeito e um Diretor que queiram trabalhar e não entregar tudo a estrangeiros. A solução que o Prefeito arrumou, entregando a água para a COPASA é uma solução de PREGUIÇOSO que prefere ficar sentado no "trono" se achando o "rei" da cidade a arregaçar as mangas e trabalhar.

sábado, 11 de agosto de 2007

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Já Começaram

Cano estourado deixa moradores sem água

DA REDAÇÃO
Editoria Cidade - 10/08 - 07h29

Há vários dias sem água, os moradores do bairro de Fátima pedem ao Diretor do Demasa que resolva o problema. Um cano estourado no bairro é que impede a chegada da água até as casas. Segundo os moradores, várias reclamações foram feitas no Demasa mas até o momento nenhuma providência foi tomada.
Fonte: www.barbacenaonline.com.br

Começaram a atrapalhar o resto da cidade pra que todo mundo queira a COPASA. A partir de agora vai ser sempre assim, os bairros abastecidos pelo DEMASA vão ser sempre subatendidos enquanto a COPASA vai atender maravilhosamente bem pra que a população dos outros bairros se sinta prejudicada por não ter água da COPASA.
Queria lembrar que a COPASA não está trazendo um rio novo pra cidade, a captação vai ser feita nos mesmos locais que o DEMASA faz ou faria, a diferença é que a COPASA quer trabalhar, exatamente o que o Prefeito e seu "Capanga" José Carlos Menezes não querem deixar os funcionários do DEMASA fazer.
O DEMASA têm condições de prestar um serviço de qualidade basta o sr. Prefeito querer.



A Branca de Neve & Os Sete Anões

domingo, 1 de julho de 2007

Saiba a verdade sobre o projeto 048/07


Confira texto do projeto 048/07 que entrega os serviços de água, esgoto, aterro sanitário, coleta de lixo, limpeza urbana, cemitérios, terminal rodoviário e transporte coletivo da cidade a empresas terceirizadas para assim o prefeito decretar a falência do município.

Não vamos permitir que o prefeito entregue o município nas mãos de empresas privadas. Não vamos deixar o nosso patrimônio ser vendido.

Procure seu vereador, compareça à câmara e peça para que o projeto seja vetado.

Exija ser ouvido. Assine o projeto de iniciativa popular solicitando plebiscito.

Os orgãos públicos são do povo e o povo é que deve decidir sobre seu destino.


quarta-feira, 27 de junho de 2007

MOVIMENTO PRÓ DEMAE – FORA COPASA

DEMAE – DEMASA – COPASA

A orquestração continua forçando a barra para tentar denegrir a imagem de um órgão que a duras penas conseguiu crescer e se manter, resistindo e superando alguns prefeitos e diretores irresponsáveis que, sem qualquer espírito público dilapidaram e quase o tornaram inviável.
Agora são os próprios mandatários querem desmoralizar a autarquia para justificar a concessão/venda de parte dela para a COPASA para resolver a enrascada em que entraram, abrindo várias frentes de trabalho sem planejamento e sem previsão financeira, vendo que a única saída é vender o DEMASA, para poderem concluir as obras do centro da cidade.
Abandonaram a periferia e resolveram desmanchar uma obra que estava pronta e não tinha a menor urgência de se executar, retirando as pedras portuguesas da Rua XV de Novembro, e colocando tijolo, de gosto duvidoso, afunilando ainda mais a largura da via pública, dificultando cada vez mais a vida dos motoristas e usuários de ônibus.
Estão usando agora o Presidente da UCB, que assina uma matéria escrita por outra pessoa, atacando o DEMASA, ou seja, escreveram uma matéria querendo desmoralizar o órgão, quando deveria desmoralizar é o Diretor do DEMASA, que não tem a menor idéia do que seja administrar um setor tão importante da administração municipal.
Esgoto correndo a céu aberto, falta de água em determinados bairros, é tudo falta de competência do Diretor que até hoje não fez qualquer licitação para comprar tubos e conexões para manutenção dos serviços. Estão até hoje usando o resto de estoque que a última administração/o último diretor deixou lá no almoxarifado.
Tem funcionário comprando até cola, com dinheiro do próprio bolso, já que no almoxarifado não tem mais. A culpa é de quem? Quem são os incompetentes? Os funcionários que dão as suas vidas pelo serviço ou uma diretoria que quer apenas encher seus bolsos, deixando a cidade se danar?
Conceder/Vender o DEMASA para cobrir rombo administrativo, sim, é uma desmoralização do serviço público municipal.
O DEMASA tem capacidade de endividamento e poderia conseguir financiamento e executar todos os investimentos necessários. Onde estão os deputados estadual e federal da família do Prefeito? Por que ao vez de conseguirem verba apenas para sua UNIPAC, não busquem verba a fundo perdido para o DEMASA?
Sr. Antônio Pinheiro, ex-dono do botequim da Av. Gov. Valadares e hoje mamando nas tetas da UNIPAC, assinar uma matéria que diz que a autarquia vem sofrendo há muitos anos com a má administração, inchaço de pessoal e aumento da burocracia é porque o senhor conhece apenas esta administração que aí está. Esta sim, é que vem inviabilizando o DEMASA para justificar a sua venda. Porque felizmente o antigo DEMAE teve alguns diretores sérios e servidores de carreira que sempre vestiram a camisa do DEMAE e o fizeram crescer. O que esta administração fez pelo DEMASA desenvolver? NADA! Apenas sugaram, sugaram e sugaram e agora já no bagaço querem aproveitar para parte desse bagaço que ainda tem muito valor, para mais uma vez acudir a Prefeitura, ou melhor, acudir uma administração que deu o passo maior do que as pernas.
O DEMAE – DEMASA É DO POVO E SOMENTE O POVO PODE OPNAR SOBRE SUA VENDA PARA A COPASA.

MOVIMENTO PRÓ DEMAE – FORA COPASA

sexta-feira, 22 de junho de 2007

DEMAE OU DEMASA

DEMAE OU DEMASA
Você já ouviu dizer: cego em tiroteio; enrolado igual bobina; não sabe nem quando está com fome, etc, etc.
Pois assim é o atual Diretor do DEMASA, um engenheiro que deve ter feito estágio com o ex-deputado e também engenheiro Sérgio Naya que construiu aqueles prédios com areia de praia que desabaram no Rio de Janeiro.
Disse numa entrevista que o corpo técnÍCú do DEMASA é incompetente, pois jamais participou de treinamentos e reciclagens.
No DEMASA, sim, pois desde que passou a. chamar o DEMAE de DEMASA, acabaram os investimentos na autarquia, o Sr. José Carlos Menezes, não procurou conhecer o funcionamento e a história do órgão e está conseguindo desmontãr, desorganizar, desvalorizar, desmotivar, desestruturar e acabar com um trabalho de 34 anos de enormes serviços prestados a Barbacena.
Ele não conhece os servidores do DEMAE, não conhece o potencial, a dedicação e experiência e nem tem interesse de conhecer, chegou de Niterói cidade do Estado do Rio de Janeiro, achando que todos aqui eram ignorantes, analfabetos e incompetentes e que ele seria o SALVADOR, buscou vários estrangeiros de Juiz de Fora para chefiarem os diversos setores que eles criaram no DEMASA. Contratou assessoria da COP ASA, a preço de ouro, para ensinar o pessoal daqui a trabalhar.
Resultado: a assessoria da COPASA cresceu o olho na potencialidade da autarquia e quer tirar um pedaço, para valorizar ainda mais ações na bolsa de valores e mandar mais lucros ainda para o exterior.
Os juizforanos, queriam é receber seus salários acrescidos de ajudas de custo e diárias e não fizeram nada, para pelo menos, manter a qualidade dos serviços que eram prestados enquanto a autarquia foi DEMAE. Já temos atéalguns FANTASMAS,que estão apenas recebendo seus salários, sem pelo menos aparecer de vez em quando para dar um susto na turma de cá.
O Diretor CONFESSOU em sua entrevista ao Jornal Correio da Serra, que o agravamento da situação foi a falta de reajuste nas tarifas do órgão ao longo de mais de dois anos. "Isso leva qualquer empresa à falência. Foi uma irresponsabilidade".
Pergunta: Quem foi o Diretor nos dois últimos anos????
Realmente o Sr. José Carlos Menezes é um irresponsável, um incompetente, que não sabe nem onde está o seu nariz e quem vai pagar o pato, é a população e os servidores do DEMASA.
MOVIMENTO PRÓ DEMAE/FORA COPASA

quinta-feira, 21 de junho de 2007

1 de 2 29/11/2006 22:36

Bagunça é uma palavra muito pobre para descrever o grande transtorno e lambança provocados na vida da empresa e dos
trabalhadores. Erros em folhas de pagamento, salários zerados, lançamentos truncados. O caos só não foi maior pelo
empenho dos trabalhadores envolvidos no processo, que se desdobraram, trabalhando feriados, sábados e domingos, para
corrigir os erros e não parar totalmente a empresa, para não colocar em risco até mesmo os usuários. O “SAPO” quase leva
literalmente a empresa para o brejo!
A bagunça, no entanto, não foge à normalidade das decisões da direção da empresa. Mesmo avisando que não havia
consistência para concluir operações rotineiras, foi rigorosamente proibido usar o sistema de informática antigo. E na marra,
nada funciona! E não funcionou. A empresa está em grande parte atrapalhada, não consegue fazer compras, caminhões
estão parados, documentos não conseguem ser emitidos. E o “dono do poder” temporário da empresa está perseguindo
veículos no pátio.
Esqueceram de lançar no sistema os carros à gás. Os carros ficaram parados. A Copasa pode até chegar em 1º entre as
empresas de saneamento, mas sua capacidade administrativa está em último! Para quem se preocupa tanto com os
investidores e em demonstrar uma empresa do “novo mercado”, uma visitinha para ver o clima na Copasa será um motivo de
grande preocupação e de colocar as barbas de molho!
Caos agride exigências do concurso público - Os trabalhadores continuam sem conseguir decifrar os enquadramentos
descritos no último contra-cheque (queda de nível ou elevação, sem que haja alteração no valor do salário), o que vem
reforçar e aumentar o não cumprimento do princípio de isonomia.
A Copasa mantém-se em absoluto silêncio, promete conclusão para dezembro e não permite nenhuma participação efetiva
de comissão do sindicato para encontrar um modelo mais adequado e mais justo.
A situação é muito preocupante, diante da contratação de escritório de advocacia por preço absurdo, substituindo a função de
advogados da empresa, levando inclusive a Copasa a enfrentar Ação Civil Pública no Tribunal de Justiça de Mina Gerais.
Irregularidades no PCCS poderiam tentar viabilizar, por exemplo, irregularidades como a de um empregado por recrutamento
amplo (sem concurso público) comandar o jurídico da empresa. O jurídico da empresa, que foi praticamente desmanchado
vem sendo o ralo por onde se comete as principais extravagâncias contra a lei. Se a lei não permite, pareceres absurdos são
requisitados para que a vontade do “mandatário” seja atendida, mesmo que signifique riscos diante de processos judiciais.
Site www.sindagua.com.br, publicada em 21/11/2006

quarta-feira, 20 de junho de 2007

FIQUEM ESPERTOS

NoroesteÉ intenção declarada do prefeito Martim Tatu passar para a Copasa os “serviços” e as “dificuldades” dos bairros que compõem o que ele chama de região Noroeste. São Pedro, Guarani, Santo Antônio, Santa Efigênia, Santa Luzia, Grogotó, São Francisco, Diniz, Floresta, Nossa Senhora Aparecida, João Paulo II e Nove de Março estão entre os felizardos que irão compor o pacote da primeira “parceria”.
No fornoO projeto de lei que transfere a pobreza para a Copasa e deixa de fora – por enquanto – os bairros “nobres” da cidade já está prontinho e deve ser enviado à Câmara o mais breve possível. O prefeito espera que todos os vereadores aprovem esse estrupício com a mesma presteza que eles sempre demonstraram para com ele. Repetindo: todos os vereadores. Inclusive os componentes da gloriosa bancada da “oposição a favor”.
LimpezaOs boateiros de sempre sugerem que o contrato entre prefeitura e Conspuri pode estar passando por “problemas técnicos”. E informam que as ruas já não apresentam o mesmo nível de limpeza que se observou nas primeiras varridas que a empresa deu no início deste ano. Supõem então que as vassouras estejam ficando “surucas”. Esses boateiros não se emendam...
FREI TIBURCIO

"ABRAM O OLHO"

EufemismoDepois que a população tomou conhecimento das intenções da “administração padrão JK” a respeito do Demasa, o prefeito Martim Tatu e o diretor da autarquia, José Carlos Tartaruga, mudaram o rumo da conversa quando falam no assunto. Não se cogita mais em “vender”o Demasa. O que se pretende, segundo eles, é realizar uma “captação de recursos externos”. Então tá...
CaptaçãoO problema é que a tal “captação de recursos” só será realizada por intermédio de uma “parceria” que prevê a entrega de 30% dos “serviços” do Demasa para... a Copasa, é claro! FREI TIBURCIO

Aécio Neves entrega Copasa às multinacionais espanholas OHL, Agbar e Capital Group, para montar campanha à Presidência

http://www.circuitodasaguas.org/modules.php?name=News&file=article&sid=140
clique no link acima para ver toda a reportagem
A Capital Group International Inc. já detinha 5% das ações da Copasa, isto antes da abertura de seu capital para suas ações serem negociadas na bolsa de valores. Agora, além da Andrade Gutierrez Participações Ltda e da Capital Group International Inc, a OHL e a Águas de Barcelona (Agbar), ambas espanholas, adquiriram a maioria das ações ofertadas na bolsa pela Copasa.Clique em Leia Mais para ver a Matéria Completa.Fonte: NOVOJORNAL.com.b

O uso da sabedoria para o mal

A mudança introduzida na legislação brasileira, no mínimo, presenciada por quem esteve no poder federal, no período de 16 anos em que o presidente da República era seu partidário (Sarney, PMDB e FHC, PSDB), e na Câmara Federal destes dois, presidindo-a, somado aos dois anos que já havia secretariando seu avô Tancredo Neves no governo de Minas, transformou Aécio Neves de um jovem recém-formado em economia e herdeiro de duas famílias tradicionais da política mineira, em um grande conhecedor dos sinuosos caminhos do poder, sejam eles políticos, econômicos ou midiáticos.
Seu avô Tancredo convivera, desde a década de 50, com este poder e sabia onde e como atendê-lo. Como senador da República convivera com Fernando Henrique e sabia que ele representava no sistema de poder mundial o instrumento para a introdução de uma nova ordem econômica e política que os golpistas de 1964 não conseguiram introduzir no Brasil pelo forte espírito nacionalista dos mesmos. Muitas foram as vezes que Tancredo conversou com estas forças através de seu sobrinho Francisco Dornelles e Fernando Henrique.
Aécio como seu secretario particular e neto, evidentemente que estava a par de tudo.Tancredo sabia que seria inevitável, mais dias ou menos dias, que o Brasil adotaria o que ficou conhecido como Escola de Chicago.
No Chile já havia sido implantado igual modelo por Pinochet.
Tancredo só elegeu-se no Colégio Eleitoral por força, iniciativa e articulação desta estrutura de poder mundial que enxergava nele o governante capaz de introduzir esta nova ordem econômica e política no Brasil sem maiores rupturas.
Os militares golpistas de 64 sabiam que não teriam como enfrentar esta nova ordem econômica e política internacional que apoiava Tancredo, além dele ser considerado no meio militar confiável.Veio a fatalidade, com a morte de Tancredo. O país, durante o período do governo Sarney, entrou em um vácuo político.
Porém, Aécio já se instalara no poder através da diretoria de Loteria da Caixa Econômica Federal, onde por ligações de seu pai, Aécio Cunha, aproximou-se de Danilo de Castro, na época gerente da Caixa em Viçosa, interior mineiro.
Danilo de Castro mais tarde chegaria à presidência da instituição. Após Sarney, veio Collor, que acenou para estes poderes internacionais, convencendo-os que seria capaz de conduzir e implantar esta nova ordem econômica no país.
nganam-se aqueles que pensam ter sido ele um simples governador de Alagoas a transformar-se no grande caçador de marajá, e posteriormente, presidente.
O governo Collor não conseguiu relacionar-se com a Câmara Federal nem com o Senado, além de não mediar os conflitos de interesses da mídia então existentes no país. Teve ainda dentro de sua família o estopim que faltava para disparar a crise que o derrubou.
Itamar Franco, nos últimos dias do governo Collor, estava literalmente perdido, tinha certeza que, mais dias menos dias, teria que assumir o governo, e não tinha qualquer projeto. Iria herdar a mesa do presidente, a caneta e uma enorme crise.
Ao contrário do que diz Itamar, realmente quem introduziu o Plano Real e outros dispositivos foi Fernando Henrique Cardoso, que desde a eleição de Tancredo tinha sido preparado para liderar as mudanças no Congresso Nacional. A estabilidade imediata do governo Itamar foi fruto da conveniência destas forças articuladas por FHC junto ao Congresso Nacional.
Tanto é assim que, após Itamar, FHC elegeu-se presidente da República, promovendo as reformas prometidas desde a época de Tancredo Neves, permanecendo no Palácio do Planalto por oito anos. Neste período, a economia do país foi totalmente modificada, o estado foi desmontado e entregue a iniciativa privada, no que ficou conhecido como período das privatizações.
Nos oito anos de governo, a seqüência de erros que foi da aprovação da reeleição, com métodos pouco ortodoxos, somado à desarticulação política junto a sociedade civil, causada pelos sucessivos escândalos, somando as circunstâncias mundiais, deu a Lula a oportunidade de ser eleito presidente.
Após sua eleição, Lula mais que depressa permitiu que a área econômica de seu governo procurasse este mesmo grupo de poder econômico mundial que nas negociações indicaram Meireles, na verdade à época deputado federal eleito pelo PSDB, presidente do Banco Central, e a permanência de Pallocci.
Desta forma, deu prosseguimento ao mesmo projeto implantado por Fernando Henrique. Na reeleição de seu mandato, Lula enfrentaria Alckmin, que contou com a base partidária do PSDB, porém a Aécio nem a Serra interessava sua vitória, como de fato não ocorreu.
José Serra, que além de economista, ao contrário de Aécio que apenas formou-se em economia, participara desde o início do projeto de Fernando Henrique, tendo, portanto, acesso a toda estrutura de poder montada na época e, principalmente, agora estando à frente do governo de São Paulo, herdou esta estrutura montada por FHC.
Isto obrigou Aécio a desenvolver um novo projeto para tentar colocar-se como mais eficiente no atendimento a esta estrutura mundial de poder. Como demonstrado, a luta sempre foi ganha por aquele que mais vantagens oferecia a esta nova ordem econômica e política mundial.
Todos, Lula, Fernando Henrique e Aécio utilizaram e estão utilizando o patrimônio do estado brasileiro para presentear estas corporações internacionais em troca do poder.
No caso de Minas, tudo começou com Hélio Garcia que aceitou o fechamento da MinasCaixa, em seu primeiro governo, e a quebra do Bemge no segundo. Azeredo o seguiu, entregando parte das ações da Cemig ao grupo Opportunity, o Credireal ao banco Itaú, que já teve 11% e hoje tem 5,9% de suas ações administrada pela Capital Group International Inc, que também em um passo de mágica adquiriu 5% da Copasa
Como amplamente demonstrado, o governador Aécio Neves presenciou, em alguns casos, até mesmo participou nas últimas duas décadas de todas as negociações importantes celebradas pelo Brasil, com a estrutura de poder mundial.
Como dito, o aprendizado do governador Aécio Neves foi enorme, tornando-o conhecedor do que foi e está sendo feito por estes grupos. Resta a pergunta. Porque Aécio tem permitido que estes fatos aconteçam em seu governo? Porque ele não tem o menor acanhamento em participar das solenidades nacionais e internacionais comemorando estes fatos?
A resposta é simples. Aécio sabe que só chegara ao poder atendendo os interesses destas corporações.
É triste ver um mineiro ter sido tão bem preparado e que tenha optado pelo mal.
Políticos maduros que já atuam no Congresso Nacional há meio século dizem: “Aécio está como um equilibrista de pratos, cada vez pega mais um. Vamos ver até quantos ele consegue equilibrar”.
Os sábios políticos estão certos, só não citaram que os pratos são o patrimônio público mineiro.

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Rui Nogueira

Fundo de investimento virou lavanderia

Assim como se utilizava, no passado, as agências de propaganda para lavar o desvio de dinheiro público, então provenientes da verba de publicidade, agora utiliza-se de fundos de investimentos de preferência internacional que compram em bolsa a participação acionária de empresas públicas. Evidente que a bolsa tem cotação que oscila, hora para baixo, hora para cima, dando lucro ou prejuízo.
Toda a operação de lavagem de dinheiro da compra e venda de ações de empresas públicas é feita através da contabilidade, na qual enormes prejuízos são simulados para esconder grandes ganhos inidentificáveis de quem é e para onde irão, pois, como dito, os fundos são internacionais. Operação idêntica foi constatada pelo Ministério Público Federal ao investigar diversos fundos de pensão.
Qual seria o interesse de um fundo de investimento ao investir na Copasa, que tem um enorme passivo de obras a construir, com 95% dos municípios que opera em situação deficitária?
A resposta é clara: esperam a divisão da empresa para ficarem com a parte boa e avitária que terá multiplicado por 1.000 o valor de suas ações, algo como aconteceu na venda da CVRD que só teve seu verdadeiro preço divulgado após ser transferida para a iniciativa privada.
O lucro desta operação é creditado a detentores de cotas ao portador dos Fundos de Investimentos, resgatáveis no país que o portador apresentar-se.

Acabou a época das verbas de publicidade

Com o ocorrido no mercado de publicidade no ruidoso caso “valerioduto”, a utilização de verbas de publicidade, através de agências de propaganda, para financiar junto aos veículos de comunicação as pretensões de políticos, ficou inviável. Embora algumas aberrações ainda aconteçam, como na Copasa, que em seu Balanço de 2005 demonstra um débito de R$ 10 milhões com a RC Propaganda, agência que não é recente na relação com Aécio Neves. A relação entre ambos remonta à época em que Aécio era diretor de Loterias da Caixa Federal.
Há quatro anos atrás, nas vésperas da eleição de sua primeira campanha, uma ruidosa matéria foi publicada no jornal da capital mineira Diário do Comércio sobre a relação de Aécio com a agência. A verdade é que R$ 10 milhões é muito dinheiro para ser gasto em publicidade pela Copasa.
Frente à assessoria de comunicação da empresa sempre esteve um jornalista sabidamente defensor dos interesses do jornal Estado de Minas, embora o mesmo seja funcionário da empresa desde o final da década de 1970.
A utilização das verbas de publicidade da empresa com finalidades políticas é antiga. O novo é a entrega da empresa.

Ninho tucano

Não é de hoje que a Editora Abril tem relações estreitas com o PSDB e com o governador mineiro. Emílio Carazzai, que hoje exerce a função de vice-presidente de Finanças do Grupo Abril, foi presidente da Caixa Econômica Federal na gestão de FHC, após Danilo de Castro. Outra tucana influente é a atual vice-presidente da Fundação Victor Civita, Claudia Costin.
Ressalta, em pronunciamento na Câmara Federal, o deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR):“Afora os possíveis apoios de bastidores, a Editora Abril doou, nas eleições de 2002, R$ 50,7 mil a dois candidatos do PSDB. O deputado federal Alberto Goldman, hoje um vestal da ética, recebeu R$ 34,9 mil da influente família; já o deputado Aloysio Nunes, ex-ministro de FHC e atual secretário do prefeito José Serra, foi agraciado com R$ 15,8 mil. A Editora Abril também depositou R$ 303 mil na conta da DNA Propaganda, empresa de Marcos Valério que inaugurou um ilícito esquema de financiamento de campanha eleitoral para Eduardo Azeredo, ex-presidente do PSDB, que depois foi utilizado pelo ex-tesoureiro do PT”, denuncia ainda o deputado Dr. Rosinha (PT-PR), lembrando que Alberto Goldman foi relator, no governo FHC, da Lei Geral de Telecomunicações, que permitiu investimentos externos na mídia. “A Abril possuía uma dívida líquida, em 2002, de R$ 699 milhões. Em julho de 2004, fundos de investimento da Capital International Inc se associaram ao Grupo Abril, beneficiando-se da lei relatada por Goldman”, disse.
A Capital International, o terceiro maior gestor de fundos de investimento do mundo, tem dois representantes no Conselho de Administração do Grupo Abril – Willian Parker e Guilherme Lins, que operavam no escritório da Capital Group em Gênova. Em julho de 2004, esta agência de especulação financeira adquiriu 13,8% das ações da Abril, numa operação viabilizada pela emenda constitucional já citada, sancionada por FHC em 2002, que resultou na injeção de R$ 150 milhões na empresa. Com tamanho poder, a ingerência externa na linha editorial é inevitável.
A Editora Abril também tem vínculos com a Cisneros Group, holding controlada por Gustavo Cisneros, um dos principais mentores do frustrado golpe midiático contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002. O inimigo declarado do líder venezuelano é proprietário de um império que congrega 75 empresas no setor da mídia, espalhadas pela América do Sul, Estados Unidos, Canadá, Espanha e Portugal.
Segundo Gustavo Barreto, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as primeiras parcerias da Abril com a Cisneros datam de 1995 em torno das transmissões via satélites. O grupo também é sócio da DirecTV, que já teve presença acionária da Abril. Desde 2000, os dois grupos se tornaram sócios na empresa resultante da fusão entre AOL e a Time Warner.
Ainda segundo Gustavo Barreto, “a Editora Abril possui relações com instituições financeiras como o Banco Safra e a norte-americana JP Morgan”, a mesma que calcula o chamado ‘risco-país’, índice que designa o risco que os investidores correm quando investem no Brasil.
Editora Abril, grupo Folha e Rede Globo estão juntas neste projeto que agora caminha para outros meios de comunicação, segundo Luís Frias, presidente do grupo UOL Internacional, uma unidade de negócios do UOL Inc., holding de internet cujos acionistas são IHK (sociedade do Grupo Folha e Abril Editora) com 87,5% e um grupo de investidores privados com 12,5% de participação. Esse grupo é composto por Morgan Stanley Dean Witter Private Equity, Blackstone Capital Partners III, Providence Equity Partners Inc., Credit Suisse First Boston Garantia, Deutsche Bank Capital Partners Latin America, Hambrecht & Quist, Latinvest Asset Management e Reuters Group PLC.
Como demonstrado, Aécio está financiando suas pretensões políticas pessoais com o patrimônio público mineiro.
écio representa hoje um perigo permanente para o patrimônio público de Minas, pois, não tendo oposição, segue apenas sua vaidade pessoal e a um grupo formado por “empresários”.
No setor elétrico, está inclusive vendendo potencial energético da Cemig para a CSN no estado do Rio de Janeiro, em claro prejuízo para as empresas mineiras e ao erário público que deixa de arrecadar impostos que são arrecadados pelo estado vizinho. Tudo para agradar o governador eleito do Rio de Janeiro.
A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) já não mais investe em Minas, pelo menos o que aqui arrecada, sob a cumplicidade e silêncio do governador Aécio Neves, que destacou um de seus últimos dirigentes para fiscalizá-la na secretaria da Fazenda. Dentre os projetos anunciados pelo governador Aécio está a construção de um porto no estado do Rio de Janeiro, onde inclusive já comprou a Cia. de Energia Light.

AÉCIO NEVES ENTREGA COPASA ÀS MULTINACIONAIS ESPANHOLAS OHL, AGBAR E CAPITAL GROUP, PARA MONTAR CAMPANHA À PRESIDÊNCIA

A Capital Group International Inc. já detinha 5% das ações da Copasa, isto antes da abertura de seu capital para suas ações serem negociadas na bolsa de valores. Agora, além da Andrade Gutierrez Participações Ltda e da Capital Group International Inc, a OHL e a Águas de Barcelona (Agbar), ambas espanholas, adquiriram a maioria das ações ofertadas na bolsa pela Copasa.

Clique em Leia Mais para ver a Matéria Completa.
Fonte: NOVOJORNAL.com.br

Anteriormente, a Agbar já havia adquirido a Companhia Municipal de Águas da cidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, com total apoio de Itamar Franco, o mesmo que quando governador de Minas simulou uma briga com o Banco Opportunity, alegando que estava defendendo interesses da Cemig e do Estado. Na verdade, o ex-presidente e ex-governador apenas fazia birra, pois sabia que o banco fazia parte da estrutura de poder mundial que FHC representava.
O atual governador mineiro Aécio Neves, por capricho e por um projeto político pessoal, entrega o pouco que sobrou do patrimônio do povo mineiro, diante do silêncio do Ministério Público Estadual, do Judiciário, da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e do Tribunal de Contas do Estado. Na verdade, em Minas Gerais, atualmente não existe oposição, pois Aécio silenciou a todos.
Para conseguir o apoio da grande mídia nacional, Aécio entrega a Copasa, que doravante passará a ser do mesmo grupo econômico da Editora Abril, jornal Folha de S.Paulo e Rede Globo; isto para citar apenas as empresas mais importantes do grupo.
Agora, com a divisão da Copasa e criação de suas subsidiárias, em uma operação através da Andrade Gutierrez Participações Ltda, dona da Telemar, a empresa irá associar-se ao também grupo espanhol Telefônica, no qual já está presente seu representante Alexandre Accioly, criando um grupo de comunicação com jornal, rádio e TV convencional e a cabo.
Assim como a Cia Energética de São Paulo (Cesp) foi entregue para financiar as pretensões políticas de Geraldo Alckmin, a Copasa está sendo entregue para montar uma fonte de poder e de receita capaz de financiar as pretensões políticas do governador mineiro.
Porém, os planos do governador Aécio vão além: ele vendeu a Copasa para comprar a empresa fluminense de energia elétrica: a Light.
Assusta o fato de a Copasa ter sido vendida para se investir na compra de uma empresa do Rio de Janeiro e não nos sistemas de saneamento de municípios mineiros deficitários.
Não existe qualquer novidade ou coincidência na relação do governador Aécio Neves com as empresas espanholas OHL e Agbar. Como dito anteriormente, seu amigo de eventos sociais Alexandre Accioly o representa junto ao grupo.
Recentemente, este novo mega-empresário fechou a ilha fiscal na Baía da Guanabara para dar sua festa de aniversário, transformando-a até mesmo cenograficamente. Na época do império português festa igual fez a corte cair. Agora, nada acontece.
O terceiro maior consumidor de energia da Light no Rio de Janeiro é o Projac, cidade cenográfica da Rede Globo de Televisão. A empresa vem pagando a conta de energia por permuta em comerciais.
Não é à toa que recentemente a emissora, em seus diversos jornais, divulgou que as contas de campanha de diversos governadores eleitos tinham sido rejeitadas, inclusive as do presidente Lula. A respeito de Aécio, que também tivera suas contas rejeitadas, nada foi dito. Apenas dois dias após uma enorme revolta do jornalismo da emissora, o fato foi “levemente” divulgado.
A prática do governador de Minas, Aécio Neves, coloca em risco a própria democracia.
O Ministério Público Federal já deveria estar agindo por ser a Light uma concessão federal, mas, até agora, nada.
A venda das ações da Copasa representou uma operação de R$ 800 milhões, valor que se aplicado em saneamento básico nas concessões dos municípios mineiros pobres acabaria com o déficit da área. A importância também acabaria com o déficit habitacional do estado e é maior do que é gasto em dois anos para manter o Poder Legislativo. O valor, que daria para pagar toda a folha dos funcionários públicos estaduais por quase um ano, foi utilizado de forma irresponsável para especulação financeira na bolsa de valores fora de Minas Gerais e para enriquecer, com comissões bancárias, três tradicionais famílias perdulárias que cercam o governador.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

resultado da satisfação dos contribuintes depois da implantação da COPASA EM DIVINOPÓLIS

http://www.camaradiv.mg.gov.br/resultados.php?nEnquete=12

Copasa diz que nada tem a ver com a poluição

http://www.monteverdemg.com.br/not2.htm

Copasa diz que nada tem a ver com a poluição
A edição 44, de outubro/2003 do Voz da Terra de Monte Verde, a coluna "Espaço do leitor", trouxe a reclamação de um morador da rua do Sapé, Anésio D.
Ele reclama de uma verba de 20 mil para a despoluição do rio que foi desviada para outro fim e das péssimas condições dos bairros Osasquinho e Barro Preto e diz que Copasa fez promessas. "Hoje esperamos sentados à promessa da Copasa para a canalização do rio. Ela nos cobra o esgoto e não temos.." palavras do morador Anésio D. da Silva.A Copasa, porém, afirma que não cabe a ela a responsabilidade pela despoluição dos riachos de Monte Verde, conforme texto da carta publicada abaixo:
"Itajubá, 14 de outubro de 2003
Ilma.Sra.Suely SilvaDD. diretora de redação do jornal Voz da TerraMonte Verde - MgSenhora Diretora,

Pode-se enganar algumas pessoas todo o tempo; pode-se enganar todas as pessoas algum tempo; mas não se pode enganar todas as pessoas todo o tempo.

http://www.prestadorjuridico.adv.br/tributaria/fornec_aguaserv_esgoto.html

TARIFAS DEMASA-ESGOTO = 50% DO VALOR DA ÁGUA

Tabela de Tarifas I
Tarifas em vigor desde 27 de dezembro de 2006. DECRETO MUNICIPAL Nº 5.952
Sede do Município e Distrito de Correia de Almeida:
Faixa de Consumo
Valores em R$ por m3
De 00 a 12 m3 = 1,04
De 12,1 a 15 m3 =1,25
De 15,1 a 20 m3=1,73
De 20,1 a 25 m3=2,24
De 25,1 a 30 m3=2,75
De 30,1 a 40 m3=2,87
De 40,1 a 50 m3=3,32
De 50,1 a 75 m3=3,69
De 75,1 a 100 m3=4,11
Acima de 100 m3 =4,97
Esgoto: 50% (cinqüenta por cento) do valor do consumo de água.

conheça as tarifas do demae

www.demasa.com.br

conheça as tarifas da copasa

www.copasa.com.br