quarta-feira, 27 de junho de 2007
MOVIMENTO PRÓ DEMAE – FORA COPASA
A orquestração continua forçando a barra para tentar denegrir a imagem de um órgão que a duras penas conseguiu crescer e se manter, resistindo e superando alguns prefeitos e diretores irresponsáveis que, sem qualquer espírito público dilapidaram e quase o tornaram inviável.
Agora são os próprios mandatários querem desmoralizar a autarquia para justificar a concessão/venda de parte dela para a COPASA para resolver a enrascada em que entraram, abrindo várias frentes de trabalho sem planejamento e sem previsão financeira, vendo que a única saída é vender o DEMASA, para poderem concluir as obras do centro da cidade.
Abandonaram a periferia e resolveram desmanchar uma obra que estava pronta e não tinha a menor urgência de se executar, retirando as pedras portuguesas da Rua XV de Novembro, e colocando tijolo, de gosto duvidoso, afunilando ainda mais a largura da via pública, dificultando cada vez mais a vida dos motoristas e usuários de ônibus.
Estão usando agora o Presidente da UCB, que assina uma matéria escrita por outra pessoa, atacando o DEMASA, ou seja, escreveram uma matéria querendo desmoralizar o órgão, quando deveria desmoralizar é o Diretor do DEMASA, que não tem a menor idéia do que seja administrar um setor tão importante da administração municipal.
Esgoto correndo a céu aberto, falta de água em determinados bairros, é tudo falta de competência do Diretor que até hoje não fez qualquer licitação para comprar tubos e conexões para manutenção dos serviços. Estão até hoje usando o resto de estoque que a última administração/o último diretor deixou lá no almoxarifado.
Tem funcionário comprando até cola, com dinheiro do próprio bolso, já que no almoxarifado não tem mais. A culpa é de quem? Quem são os incompetentes? Os funcionários que dão as suas vidas pelo serviço ou uma diretoria que quer apenas encher seus bolsos, deixando a cidade se danar?
Conceder/Vender o DEMASA para cobrir rombo administrativo, sim, é uma desmoralização do serviço público municipal.
O DEMASA tem capacidade de endividamento e poderia conseguir financiamento e executar todos os investimentos necessários. Onde estão os deputados estadual e federal da família do Prefeito? Por que ao vez de conseguirem verba apenas para sua UNIPAC, não busquem verba a fundo perdido para o DEMASA?
Sr. Antônio Pinheiro, ex-dono do botequim da Av. Gov. Valadares e hoje mamando nas tetas da UNIPAC, assinar uma matéria que diz que a autarquia vem sofrendo há muitos anos com a má administração, inchaço de pessoal e aumento da burocracia é porque o senhor conhece apenas esta administração que aí está. Esta sim, é que vem inviabilizando o DEMASA para justificar a sua venda. Porque felizmente o antigo DEMAE teve alguns diretores sérios e servidores de carreira que sempre vestiram a camisa do DEMAE e o fizeram crescer. O que esta administração fez pelo DEMASA desenvolver? NADA! Apenas sugaram, sugaram e sugaram e agora já no bagaço querem aproveitar para parte desse bagaço que ainda tem muito valor, para mais uma vez acudir a Prefeitura, ou melhor, acudir uma administração que deu o passo maior do que as pernas.
O DEMAE – DEMASA É DO POVO E SOMENTE O POVO PODE OPNAR SOBRE SUA VENDA PARA A COPASA.
MOVIMENTO PRÓ DEMAE – FORA COPASA
sexta-feira, 22 de junho de 2007
DEMAE OU DEMASA
Você já ouviu dizer: cego em tiroteio; enrolado igual bobina; não sabe nem quando está com fome, etc, etc.
Pois assim é o atual Diretor do DEMASA, um engenheiro que deve ter feito estágio com o ex-deputado e também engenheiro Sérgio Naya que construiu aqueles prédios com areia de praia que desabaram no Rio de Janeiro.
Disse numa entrevista que o corpo técnÍCú do DEMASA é incompetente, pois jamais participou de treinamentos e reciclagens.
No DEMASA, sim, pois desde que passou a. chamar o DEMAE de DEMASA, acabaram os investimentos na autarquia, o Sr. José Carlos Menezes, não procurou conhecer o funcionamento e a história do órgão e está conseguindo desmontãr, desorganizar, desvalorizar, desmotivar, desestruturar e acabar com um trabalho de 34 anos de enormes serviços prestados a Barbacena.
Ele não conhece os servidores do DEMAE, não conhece o potencial, a dedicação e experiência e nem tem interesse de conhecer, chegou de Niterói cidade do Estado do Rio de Janeiro, achando que todos aqui eram ignorantes, analfabetos e incompetentes e que ele seria o SALVADOR, buscou vários estrangeiros de Juiz de Fora para chefiarem os diversos setores que eles criaram no DEMASA. Contratou assessoria da COP ASA, a preço de ouro, para ensinar o pessoal daqui a trabalhar.
Resultado: a assessoria da COPASA cresceu o olho na potencialidade da autarquia e quer tirar um pedaço, para valorizar ainda mais ações na bolsa de valores e mandar mais lucros ainda para o exterior.
Os juizforanos, queriam é receber seus salários acrescidos de ajudas de custo e diárias e não fizeram nada, para pelo menos, manter a qualidade dos serviços que eram prestados enquanto a autarquia foi DEMAE. Já temos atéalguns FANTASMAS,que estão apenas recebendo seus salários, sem pelo menos aparecer de vez em quando para dar um susto na turma de cá.
O Diretor CONFESSOU em sua entrevista ao Jornal Correio da Serra, que o agravamento da situação foi a falta de reajuste nas tarifas do órgão ao longo de mais de dois anos. "Isso leva qualquer empresa à falência. Foi uma irresponsabilidade".
Pergunta: Quem foi o Diretor nos dois últimos anos????
Realmente o Sr. José Carlos Menezes é um irresponsável, um incompetente, que não sabe nem onde está o seu nariz e quem vai pagar o pato, é a população e os servidores do DEMASA.
MOVIMENTO PRÓ DEMAE/FORA COPASA
quinta-feira, 21 de junho de 2007
1 de 2 29/11/2006 22:36
trabalhadores. Erros em folhas de pagamento, salários zerados, lançamentos truncados. O caos só não foi maior pelo
empenho dos trabalhadores envolvidos no processo, que se desdobraram, trabalhando feriados, sábados e domingos, para
corrigir os erros e não parar totalmente a empresa, para não colocar em risco até mesmo os usuários. O “SAPO” quase leva
literalmente a empresa para o brejo!
A bagunça, no entanto, não foge à normalidade das decisões da direção da empresa. Mesmo avisando que não havia
consistência para concluir operações rotineiras, foi rigorosamente proibido usar o sistema de informática antigo. E na marra,
nada funciona! E não funcionou. A empresa está em grande parte atrapalhada, não consegue fazer compras, caminhões
estão parados, documentos não conseguem ser emitidos. E o “dono do poder” temporário da empresa está perseguindo
veículos no pátio.
Esqueceram de lançar no sistema os carros à gás. Os carros ficaram parados. A Copasa pode até chegar em 1º entre as
empresas de saneamento, mas sua capacidade administrativa está em último! Para quem se preocupa tanto com os
investidores e em demonstrar uma empresa do “novo mercado”, uma visitinha para ver o clima na Copasa será um motivo de
grande preocupação e de colocar as barbas de molho!
Caos agride exigências do concurso público - Os trabalhadores continuam sem conseguir decifrar os enquadramentos
descritos no último contra-cheque (queda de nível ou elevação, sem que haja alteração no valor do salário), o que vem
reforçar e aumentar o não cumprimento do princípio de isonomia.
A Copasa mantém-se em absoluto silêncio, promete conclusão para dezembro e não permite nenhuma participação efetiva
de comissão do sindicato para encontrar um modelo mais adequado e mais justo.
A situação é muito preocupante, diante da contratação de escritório de advocacia por preço absurdo, substituindo a função de
advogados da empresa, levando inclusive a Copasa a enfrentar Ação Civil Pública no Tribunal de Justiça de Mina Gerais.
Irregularidades no PCCS poderiam tentar viabilizar, por exemplo, irregularidades como a de um empregado por recrutamento
amplo (sem concurso público) comandar o jurídico da empresa. O jurídico da empresa, que foi praticamente desmanchado
vem sendo o ralo por onde se comete as principais extravagâncias contra a lei. Se a lei não permite, pareceres absurdos são
requisitados para que a vontade do “mandatário” seja atendida, mesmo que signifique riscos diante de processos judiciais.
Site www.sindagua.com.br, publicada em 21/11/2006
quarta-feira, 20 de junho de 2007
FIQUEM ESPERTOS
No fornoO projeto de lei que transfere a pobreza para a Copasa e deixa de fora – por enquanto – os bairros “nobres” da cidade já está prontinho e deve ser enviado à Câmara o mais breve possível. O prefeito espera que todos os vereadores aprovem esse estrupício com a mesma presteza que eles sempre demonstraram para com ele. Repetindo: todos os vereadores. Inclusive os componentes da gloriosa bancada da “oposição a favor”.
LimpezaOs boateiros de sempre sugerem que o contrato entre prefeitura e Conspuri pode estar passando por “problemas técnicos”. E informam que as ruas já não apresentam o mesmo nível de limpeza que se observou nas primeiras varridas que a empresa deu no início deste ano. Supõem então que as vassouras estejam ficando “surucas”. Esses boateiros não se emendam...
FREI TIBURCIO
"ABRAM O OLHO"
CaptaçãoO problema é que a tal “captação de recursos” só será realizada por intermédio de uma “parceria” que prevê a entrega de 30% dos “serviços” do Demasa para... a Copasa, é claro! FREI TIBURCIO
Aécio Neves entrega Copasa às multinacionais espanholas OHL, Agbar e Capital Group, para montar campanha à Presidência
clique no link acima para ver toda a reportagem
A Capital Group International Inc. já detinha 5% das ações da Copasa, isto antes da abertura de seu capital para suas ações serem negociadas na bolsa de valores. Agora, além da Andrade Gutierrez Participações Ltda e da Capital Group International Inc, a OHL e a Águas de Barcelona (Agbar), ambas espanholas, adquiriram a maioria das ações ofertadas na bolsa pela Copasa.Clique em Leia Mais para ver a Matéria Completa.Fonte: NOVOJORNAL.com.b
O uso da sabedoria para o mal
Seu avô Tancredo convivera, desde a década de 50, com este poder e sabia onde e como atendê-lo. Como senador da República convivera com Fernando Henrique e sabia que ele representava no sistema de poder mundial o instrumento para a introdução de uma nova ordem econômica e política que os golpistas de 1964 não conseguiram introduzir no Brasil pelo forte espírito nacionalista dos mesmos. Muitas foram as vezes que Tancredo conversou com estas forças através de seu sobrinho Francisco Dornelles e Fernando Henrique.
Aécio como seu secretario particular e neto, evidentemente que estava a par de tudo.Tancredo sabia que seria inevitável, mais dias ou menos dias, que o Brasil adotaria o que ficou conhecido como Escola de Chicago.
No Chile já havia sido implantado igual modelo por Pinochet.
Tancredo só elegeu-se no Colégio Eleitoral por força, iniciativa e articulação desta estrutura de poder mundial que enxergava nele o governante capaz de introduzir esta nova ordem econômica e política no Brasil sem maiores rupturas.
Os militares golpistas de 64 sabiam que não teriam como enfrentar esta nova ordem econômica e política internacional que apoiava Tancredo, além dele ser considerado no meio militar confiável.Veio a fatalidade, com a morte de Tancredo. O país, durante o período do governo Sarney, entrou em um vácuo político.
Porém, Aécio já se instalara no poder através da diretoria de Loteria da Caixa Econômica Federal, onde por ligações de seu pai, Aécio Cunha, aproximou-se de Danilo de Castro, na época gerente da Caixa em Viçosa, interior mineiro.
Danilo de Castro mais tarde chegaria à presidência da instituição. Após Sarney, veio Collor, que acenou para estes poderes internacionais, convencendo-os que seria capaz de conduzir e implantar esta nova ordem econômica no país.
nganam-se aqueles que pensam ter sido ele um simples governador de Alagoas a transformar-se no grande caçador de marajá, e posteriormente, presidente.
O governo Collor não conseguiu relacionar-se com a Câmara Federal nem com o Senado, além de não mediar os conflitos de interesses da mídia então existentes no país. Teve ainda dentro de sua família o estopim que faltava para disparar a crise que o derrubou.
Itamar Franco, nos últimos dias do governo Collor, estava literalmente perdido, tinha certeza que, mais dias menos dias, teria que assumir o governo, e não tinha qualquer projeto. Iria herdar a mesa do presidente, a caneta e uma enorme crise.
Ao contrário do que diz Itamar, realmente quem introduziu o Plano Real e outros dispositivos foi Fernando Henrique Cardoso, que desde a eleição de Tancredo tinha sido preparado para liderar as mudanças no Congresso Nacional. A estabilidade imediata do governo Itamar foi fruto da conveniência destas forças articuladas por FHC junto ao Congresso Nacional.
Tanto é assim que, após Itamar, FHC elegeu-se presidente da República, promovendo as reformas prometidas desde a época de Tancredo Neves, permanecendo no Palácio do Planalto por oito anos. Neste período, a economia do país foi totalmente modificada, o estado foi desmontado e entregue a iniciativa privada, no que ficou conhecido como período das privatizações.
Nos oito anos de governo, a seqüência de erros que foi da aprovação da reeleição, com métodos pouco ortodoxos, somado à desarticulação política junto a sociedade civil, causada pelos sucessivos escândalos, somando as circunstâncias mundiais, deu a Lula a oportunidade de ser eleito presidente.
Após sua eleição, Lula mais que depressa permitiu que a área econômica de seu governo procurasse este mesmo grupo de poder econômico mundial que nas negociações indicaram Meireles, na verdade à época deputado federal eleito pelo PSDB, presidente do Banco Central, e a permanência de Pallocci.
Desta forma, deu prosseguimento ao mesmo projeto implantado por Fernando Henrique. Na reeleição de seu mandato, Lula enfrentaria Alckmin, que contou com a base partidária do PSDB, porém a Aécio nem a Serra interessava sua vitória, como de fato não ocorreu.
José Serra, que além de economista, ao contrário de Aécio que apenas formou-se em economia, participara desde o início do projeto de Fernando Henrique, tendo, portanto, acesso a toda estrutura de poder montada na época e, principalmente, agora estando à frente do governo de São Paulo, herdou esta estrutura montada por FHC.
Isto obrigou Aécio a desenvolver um novo projeto para tentar colocar-se como mais eficiente no atendimento a esta estrutura mundial de poder. Como demonstrado, a luta sempre foi ganha por aquele que mais vantagens oferecia a esta nova ordem econômica e política mundial.
Todos, Lula, Fernando Henrique e Aécio utilizaram e estão utilizando o patrimônio do estado brasileiro para presentear estas corporações internacionais em troca do poder.
No caso de Minas, tudo começou com Hélio Garcia que aceitou o fechamento da MinasCaixa, em seu primeiro governo, e a quebra do Bemge no segundo. Azeredo o seguiu, entregando parte das ações da Cemig ao grupo Opportunity, o Credireal ao banco Itaú, que já teve 11% e hoje tem 5,9% de suas ações administrada pela Capital Group International Inc, que também em um passo de mágica adquiriu 5% da Copasa
Como amplamente demonstrado, o governador Aécio Neves presenciou, em alguns casos, até mesmo participou nas últimas duas décadas de todas as negociações importantes celebradas pelo Brasil, com a estrutura de poder mundial.
Como dito, o aprendizado do governador Aécio Neves foi enorme, tornando-o conhecedor do que foi e está sendo feito por estes grupos. Resta a pergunta. Porque Aécio tem permitido que estes fatos aconteçam em seu governo? Porque ele não tem o menor acanhamento em participar das solenidades nacionais e internacionais comemorando estes fatos?
A resposta é simples. Aécio sabe que só chegara ao poder atendendo os interesses destas corporações.
É triste ver um mineiro ter sido tão bem preparado e que tenha optado pelo mal.
Políticos maduros que já atuam no Congresso Nacional há meio século dizem: “Aécio está como um equilibrista de pratos, cada vez pega mais um. Vamos ver até quantos ele consegue equilibrar”.
Os sábios políticos estão certos, só não citaram que os pratos são o patrimônio público mineiro.
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Rui Nogueira
Fundo de investimento virou lavanderia
Toda a operação de lavagem de dinheiro da compra e venda de ações de empresas públicas é feita através da contabilidade, na qual enormes prejuízos são simulados para esconder grandes ganhos inidentificáveis de quem é e para onde irão, pois, como dito, os fundos são internacionais. Operação idêntica foi constatada pelo Ministério Público Federal ao investigar diversos fundos de pensão.
Qual seria o interesse de um fundo de investimento ao investir na Copasa, que tem um enorme passivo de obras a construir, com 95% dos municípios que opera em situação deficitária?
A resposta é clara: esperam a divisão da empresa para ficarem com a parte boa e avitária que terá multiplicado por 1.000 o valor de suas ações, algo como aconteceu na venda da CVRD que só teve seu verdadeiro preço divulgado após ser transferida para a iniciativa privada.
O lucro desta operação é creditado a detentores de cotas ao portador dos Fundos de Investimentos, resgatáveis no país que o portador apresentar-se.
Acabou a época das verbas de publicidade
Há quatro anos atrás, nas vésperas da eleição de sua primeira campanha, uma ruidosa matéria foi publicada no jornal da capital mineira Diário do Comércio sobre a relação de Aécio com a agência. A verdade é que R$ 10 milhões é muito dinheiro para ser gasto em publicidade pela Copasa.
Frente à assessoria de comunicação da empresa sempre esteve um jornalista sabidamente defensor dos interesses do jornal Estado de Minas, embora o mesmo seja funcionário da empresa desde o final da década de 1970.
A utilização das verbas de publicidade da empresa com finalidades políticas é antiga. O novo é a entrega da empresa.
Ninho tucano
Ressalta, em pronunciamento na Câmara Federal, o deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR):“Afora os possíveis apoios de bastidores, a Editora Abril doou, nas eleições de 2002, R$ 50,7 mil a dois candidatos do PSDB. O deputado federal Alberto Goldman, hoje um vestal da ética, recebeu R$ 34,9 mil da influente família; já o deputado Aloysio Nunes, ex-ministro de FHC e atual secretário do prefeito José Serra, foi agraciado com R$ 15,8 mil. A Editora Abril também depositou R$ 303 mil na conta da DNA Propaganda, empresa de Marcos Valério que inaugurou um ilícito esquema de financiamento de campanha eleitoral para Eduardo Azeredo, ex-presidente do PSDB, que depois foi utilizado pelo ex-tesoureiro do PT”, denuncia ainda o deputado Dr. Rosinha (PT-PR), lembrando que Alberto Goldman foi relator, no governo FHC, da Lei Geral de Telecomunicações, que permitiu investimentos externos na mídia. “A Abril possuía uma dívida líquida, em 2002, de R$ 699 milhões. Em julho de 2004, fundos de investimento da Capital International Inc se associaram ao Grupo Abril, beneficiando-se da lei relatada por Goldman”, disse.
A Capital International, o terceiro maior gestor de fundos de investimento do mundo, tem dois representantes no Conselho de Administração do Grupo Abril – Willian Parker e Guilherme Lins, que operavam no escritório da Capital Group em Gênova. Em julho de 2004, esta agência de especulação financeira adquiriu 13,8% das ações da Abril, numa operação viabilizada pela emenda constitucional já citada, sancionada por FHC em 2002, que resultou na injeção de R$ 150 milhões na empresa. Com tamanho poder, a ingerência externa na linha editorial é inevitável.
A Editora Abril também tem vínculos com a Cisneros Group, holding controlada por Gustavo Cisneros, um dos principais mentores do frustrado golpe midiático contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002. O inimigo declarado do líder venezuelano é proprietário de um império que congrega 75 empresas no setor da mídia, espalhadas pela América do Sul, Estados Unidos, Canadá, Espanha e Portugal.
Segundo Gustavo Barreto, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as primeiras parcerias da Abril com a Cisneros datam de 1995 em torno das transmissões via satélites. O grupo também é sócio da DirecTV, que já teve presença acionária da Abril. Desde 2000, os dois grupos se tornaram sócios na empresa resultante da fusão entre AOL e a Time Warner.
Ainda segundo Gustavo Barreto, “a Editora Abril possui relações com instituições financeiras como o Banco Safra e a norte-americana JP Morgan”, a mesma que calcula o chamado ‘risco-país’, índice que designa o risco que os investidores correm quando investem no Brasil.
Editora Abril, grupo Folha e Rede Globo estão juntas neste projeto que agora caminha para outros meios de comunicação, segundo Luís Frias, presidente do grupo UOL Internacional, uma unidade de negócios do UOL Inc., holding de internet cujos acionistas são IHK (sociedade do Grupo Folha e Abril Editora) com 87,5% e um grupo de investidores privados com 12,5% de participação. Esse grupo é composto por Morgan Stanley Dean Witter Private Equity, Blackstone Capital Partners III, Providence Equity Partners Inc., Credit Suisse First Boston Garantia, Deutsche Bank Capital Partners Latin America, Hambrecht & Quist, Latinvest Asset Management e Reuters Group PLC.
Como demonstrado, Aécio está financiando suas pretensões políticas pessoais com o patrimônio público mineiro.
écio representa hoje um perigo permanente para o patrimônio público de Minas, pois, não tendo oposição, segue apenas sua vaidade pessoal e a um grupo formado por “empresários”.
No setor elétrico, está inclusive vendendo potencial energético da Cemig para a CSN no estado do Rio de Janeiro, em claro prejuízo para as empresas mineiras e ao erário público que deixa de arrecadar impostos que são arrecadados pelo estado vizinho. Tudo para agradar o governador eleito do Rio de Janeiro.
A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) já não mais investe em Minas, pelo menos o que aqui arrecada, sob a cumplicidade e silêncio do governador Aécio Neves, que destacou um de seus últimos dirigentes para fiscalizá-la na secretaria da Fazenda. Dentre os projetos anunciados pelo governador Aécio está a construção de um porto no estado do Rio de Janeiro, onde inclusive já comprou a Cia. de Energia Light.
AÉCIO NEVES ENTREGA COPASA ÀS MULTINACIONAIS ESPANHOLAS OHL, AGBAR E CAPITAL GROUP, PARA MONTAR CAMPANHA À PRESIDÊNCIA
Clique em Leia Mais para ver a Matéria Completa.
Fonte: NOVOJORNAL.com.br
Anteriormente, a Agbar já havia adquirido a Companhia Municipal de Águas da cidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, com total apoio de Itamar Franco, o mesmo que quando governador de Minas simulou uma briga com o Banco Opportunity, alegando que estava defendendo interesses da Cemig e do Estado. Na verdade, o ex-presidente e ex-governador apenas fazia birra, pois sabia que o banco fazia parte da estrutura de poder mundial que FHC representava.
O atual governador mineiro Aécio Neves, por capricho e por um projeto político pessoal, entrega o pouco que sobrou do patrimônio do povo mineiro, diante do silêncio do Ministério Público Estadual, do Judiciário, da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e do Tribunal de Contas do Estado. Na verdade, em Minas Gerais, atualmente não existe oposição, pois Aécio silenciou a todos.
Para conseguir o apoio da grande mídia nacional, Aécio entrega a Copasa, que doravante passará a ser do mesmo grupo econômico da Editora Abril, jornal Folha de S.Paulo e Rede Globo; isto para citar apenas as empresas mais importantes do grupo.
Agora, com a divisão da Copasa e criação de suas subsidiárias, em uma operação através da Andrade Gutierrez Participações Ltda, dona da Telemar, a empresa irá associar-se ao também grupo espanhol Telefônica, no qual já está presente seu representante Alexandre Accioly, criando um grupo de comunicação com jornal, rádio e TV convencional e a cabo.
Assim como a Cia Energética de São Paulo (Cesp) foi entregue para financiar as pretensões políticas de Geraldo Alckmin, a Copasa está sendo entregue para montar uma fonte de poder e de receita capaz de financiar as pretensões políticas do governador mineiro.
Porém, os planos do governador Aécio vão além: ele vendeu a Copasa para comprar a empresa fluminense de energia elétrica: a Light.
Assusta o fato de a Copasa ter sido vendida para se investir na compra de uma empresa do Rio de Janeiro e não nos sistemas de saneamento de municípios mineiros deficitários.
Não existe qualquer novidade ou coincidência na relação do governador Aécio Neves com as empresas espanholas OHL e Agbar. Como dito anteriormente, seu amigo de eventos sociais Alexandre Accioly o representa junto ao grupo.
Recentemente, este novo mega-empresário fechou a ilha fiscal na Baía da Guanabara para dar sua festa de aniversário, transformando-a até mesmo cenograficamente. Na época do império português festa igual fez a corte cair. Agora, nada acontece.
O terceiro maior consumidor de energia da Light no Rio de Janeiro é o Projac, cidade cenográfica da Rede Globo de Televisão. A empresa vem pagando a conta de energia por permuta em comerciais.
Não é à toa que recentemente a emissora, em seus diversos jornais, divulgou que as contas de campanha de diversos governadores eleitos tinham sido rejeitadas, inclusive as do presidente Lula. A respeito de Aécio, que também tivera suas contas rejeitadas, nada foi dito. Apenas dois dias após uma enorme revolta do jornalismo da emissora, o fato foi “levemente” divulgado.
A prática do governador de Minas, Aécio Neves, coloca em risco a própria democracia.
O Ministério Público Federal já deveria estar agindo por ser a Light uma concessão federal, mas, até agora, nada.
A venda das ações da Copasa representou uma operação de R$ 800 milhões, valor que se aplicado em saneamento básico nas concessões dos municípios mineiros pobres acabaria com o déficit da área. A importância também acabaria com o déficit habitacional do estado e é maior do que é gasto em dois anos para manter o Poder Legislativo. O valor, que daria para pagar toda a folha dos funcionários públicos estaduais por quase um ano, foi utilizado de forma irresponsável para especulação financeira na bolsa de valores fora de Minas Gerais e para enriquecer, com comissões bancárias, três tradicionais famílias perdulárias que cercam o governador.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Copasa diz que nada tem a ver com a poluição
http://www.monteverdemg.com.br/not2.htm
Copasa diz que nada tem a ver com a poluição
A edição 44, de outubro/2003 do Voz da Terra de Monte Verde, a coluna "Espaço do leitor", trouxe a reclamação de um morador da rua do Sapé, Anésio D.
Ele reclama de uma verba de 20 mil para a despoluição do rio que foi desviada para outro fim e das péssimas condições dos bairros Osasquinho e Barro Preto e diz que Copasa fez promessas. "Hoje esperamos sentados à promessa da Copasa para a canalização do rio. Ela nos cobra o esgoto e não temos.." palavras do morador Anésio D. da Silva.A Copasa, porém, afirma que não cabe a ela a responsabilidade pela despoluição dos riachos de Monte Verde, conforme texto da carta publicada abaixo:
"Itajubá, 14 de outubro de 2003
Ilma.Sra.Suely SilvaDD. diretora de redação do jornal Voz da TerraMonte Verde - MgSenhora Diretora,
TARIFAS DEMASA-ESGOTO = 50% DO VALOR DA ÁGUA
Tarifas em vigor desde 27 de dezembro de 2006. DECRETO MUNICIPAL Nº 5.952
Sede do Município e Distrito de Correia de Almeida:
Faixa de Consumo
Valores em R$ por m3
De 00 a 12 m3 = 1,04
De 12,1 a 15 m3 =1,25
De 15,1 a 20 m3=1,73
De 20,1 a 25 m3=2,24
De 25,1 a 30 m3=2,75
De 30,1 a 40 m3=2,87
De 40,1 a 50 m3=3,32
De 50,1 a 75 m3=3,69
De 75,1 a 100 m3=4,11
Acima de 100 m3 =4,97
Esgoto: 50% (cinqüenta por cento) do valor do consumo de água.
